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Issanidades

 

Atendendo a pedidos

Viu só, Helena? Você não pede, manda.

Estão aí uns posts fresquinhos especialmente para você!

 
 

No ritmo do celular

O momento mais divertido das minhas manhãs tem sido, invariavelmente, a entrada triunfal do Silvio no quarto, assim que acordo.

Nosso ritmo de sono é MUITO diferente. Isso significa que ele acorda todo o dia lá pelas 5 horas da madrugada, se retira e vai cuidar da vida: ler, lidar no computador, fazer fisioterapia, buscar pão...

Esta blogueira, por outro lado, aproveita cada milionésimo de sono possível, o que significa que, lá pelas 8, meu celular toca. Coloquei uma musiquinha bem animada e o Silvio garante a festa: esteja ele em que canto da casa estiver, ouve a tal da música ‘levanta-defunto’ e abre a porta correndo, fazendo a ‘dança do bom-dia, amor’.

É ou não é a melhor forma do mundo para se acordar?

(Não pensem que nossa vida é um mar de rosas, que não é, mas há esses momentos, que fazem tudo valer a pena.)

 
 

Disciplina

Para terem uma idéia de como tenho andado absorvida pelo atual projeto profissional, estou com duas revistas Cláudia inteirinhas lá em casa. Não deu tempo nem para tirar o plástico protetor. Logo eu, que as devoro religiosamente, todo início do mês...

Uma boa definição de disciplina, enfim, pode ser esta: não dar chance para a leitora de Cláudia que há dentro de você!

 
 

Nada como um dia atrás do outro...

Participei de umas reuniões no trabalho ontem e saí de alma lavada. Senti-me retomando o eixo, dando minha contribuição, sendo útil.

A quarentena foi cumprida e estou de volta à ativa, relativamente livre das amarras do desconhecimento das rotinas. Detesto ignorar como se pede transporte, qual das impressoras da seção imprime colorido, qual é o nome da moça do cafezinho... Esses pequenos detalhes, pelo menos para mim, dão segurança, fazem a gente se sentir ‘em casa’, donos do território e, portanto, capazes de criar, produzir mais e melhor.

 
 

Novidade

Babado fortíssimo: "Olhos que Falam" (http://www.olhosquefalam.blogspot.com/) voltou a postar.

Im-per-dí-vel.

 
 

Não-oficial

Silvio me apresentando ontem para uns amigos dele:

- Esta é minha mulher ‘não-oficial’.

E quem será a oficial, hein?

(Na verdade, ele quis dizer que a gente vai logo oficializar – opa, olha a notícia-bomba aí geeente! -, que daqui a pouco será oficial, mas que o povo fez cara de espanto, ah, fez... )

 
 

A MENINA QUE ROUBAVA REVISTINHAS

Fico nesse entusiasmo todo com a Biblioteca da Parada porque sempre batalhei bastante para conseguir material de leitura. Os tempos eram outros, o dinheiro,curto, e eu apelava para a Biblioteca Pública de Três Corações, pela qual tenho profunda gratidão. Foi ali naquela casa velha, cheia de livros, que conheci Monteiro Lobato, a Coleção Vaga-Lume, a Para Gostar de Ler...

Aliás, a única coisa que já furtei na vida toda foi uma revistinha do Pato Donald. Acho que mereço perdão, pois tinha 8 anos e o desejo era tanto de levar não somente 3 gibis (a gente só podia levar 3 de cada vez, o que fazia com que eu fosse à Biblioteca pelo menos umas 2 vezes por dia), que eu coloquei a revista embaixo da blusa e fui embora com as 4 (3 lícitas e 1 ‘ilegal’).

Como diria meu irmão Ivens, sou a própria “menina que roubava livros”. No caso, revistinhas em quadrinhos.

 
 

Há livros por todos os lados

Peguei um livro hoje na parada de ônibus.
Calma, me explico já: trata-se de um projeto de divulgação da leitura em pontos de ônibus de Brasília. Eles colocaram umas estantes no ponto e a pessoa pode escolher o livro ali, sem a menor burocracia: é só anotar o nome e o e-mail numa prancheta, o nome do livro que você pegou e, pronto, já pode levar para casa.

Como vocês sabem, sou louca por livros, e quase morri quando descobri que há uma dessas paradas, pertinho do trabalho!

Vou virar cliente e também quero ver se junto uns livros para doação, para incrementar a ‘minha’ parada.

Gente, tô me sentindo na França!

 
 

CADIMIA NEWS ou UM POUCO DE REFRESCO

A academia que freqüento colocou, em todos os ambientes de malhação, uns ENORMES umidificadores de ar.

Gostei da idéia. O ambiente ficou bem mais arejado. A seca está de lascar e a ‘frescura’ aumenta a resistência.

Desse jeito, eles vão acabar me convencendo a me tornar uma usuária disciplinada, aplicada, envolvida...

(Vão naaaada!)

 
 

ANTES DO PÔR-DO-SOL

Assisti e, adivinhem só?

Adorei, é claro.

Por que demorei tanto para tomar uma atitude? Mistééééério...

 
 

Mineiros típicos

Meu pai é uma pessoa muito contida na manifestação dos sentimentos. Mineirão às antigas, é daquele tipo que abraça afastando o corpo, sabem como é? A gente sabe que pode contar com ele em tudo, que ama a filharada de uma maneira profunda, mas não pode esperar um abraço apertado ou uma declaração de amor.

De uns tempos pra cá, tenho feito uma campanha com ele. Quando vou abraçá-lo, falo ‘puxa, pai, abraça direito!” ou, pelo telefone, digo um ‘eu te amo’, no meio da conversa. É muito engraçado, vocês tinham que presenciar: sempre que digo isso, ele agradece. Sim, ele agradece e dá para sentir o desconforto no ar. É como se ele dissesse naquele agradecimento ‘ah, eu amo também, mas o máximo de manifestação de afeto que consigo é agradecer.”

No domingo, consegui algum avanço. Joguei o ‘eu te amo’ no ar e ele, que estava gripadão e, portanto, meio fragilizado, respondeu:

- Nós também te amamos...

Achei tão bonitinho o esforço. Adorei!


Meu irmão mais velho, por sua vez, sempre responde minha despedida ‘beijos’ com um ‘eca’ (é mesmo filho de quem é, não é mesmo?).

Contei para ele a história do pai e agora só me despeço dele assim: “beijos, Islan. Nós também te amamos’.

Daí, ele solta um kkkkk e se vai.

Ô povo mineiro, sô!


(Reclamo, mas também era desse jeitinho. Só me soltei depois de anos de encontros espíritas, nos quais abraços apertados costumam fazer parte do script.)

 
 

Morando com a inimiga

Comprei um pacote de bolacha de chocolate BONO, coisa que não costumo fazer, devido à irresistibilidade do negócio.

Dessa vez, foi incontrolável.

Ela está ali, no armário da cozinha, e não me esqueço dela.

As cenas do próximo capítulo são bastante previsíveis, não é mesmo?

 
 

Sobre estudo, conhecimento e ignorância

Vocês já tiveram a impressão de estudar, estudar e estudar, para morrer na praia, no final da história?

Ai, que meda...

Estou até sonhando com isso.

Pelo menos, tenho o consolo de saber que comigo sempre é assim. Nunca acho que sei alguma coisa, é impressionante a vastidão da minha ignorância. E olha que não estou falando da perspectiva da humildade socrática, não.
Falo do que acontece MESMO comigo, ali, na prática: costumo ‘me dar bem’, mas, em muitos momentos, tenho a forte sensação de ser uma fraude, sabe?

Com vocês também é assim?

 
 

CONTORNO E RETORNO

Ontem fiz depilação do tipo ‘contorno e retorno’ (quem não souber o que é, faça aí um exercício de imaginação...)

Mulher DEFINITIVAMENTE sofre pra ficar bonita.

 
 

Não vejo a hora!

Neste mês, receberemos visita de amigos especiais.

Não vejo a hora!

(Na verdade, estou ansiosa também em relação a uma outra coisa que está para acontecer, mas esta é segredo de estado. Pelo menos, por enquanto.)

 
 

PROMOÇÃO

Vamos combinar uma coisa? Estou aqui em frente ao computador, estudando. Enquanto estiver por aqui, vou monitorar as visitas e, para cada uma delas, vou fazer um novo post.

Que tal?

 
 

Convite

Tem novidade no Pequeno Espírita: http://www.pequenoespirita.blogspot.com

 
 

Nem tudo está perdido neste mundão de Deus

Em compensação, tem umas pessoas que pintam nas nossas vidas que são simplesmente o máximo, ainda que a gente não lhes dê o devido valor, quando estão ao nosso lado, no dia-a-dia.

Na hora do aperto, uma palavrinha delas desafoga nosso coração.

Eu tenho uma pessoa assim, e vocês?

 
 

Campanha DELETE JÁ!

Tem umas coisas tão chatas que acontecem no cotidiano que a gente tem que usar a tecla DELETE do cérebro (palavras de Fictícia, a Sábia).

Hoje me aconteceu uma dessas, mas fico com André Luís: “o mal não merece comentário”.

 
 

SETE COISAS CASUAIS SOBRE A MINHA VIDA

A convite da Fictícia (http://www.blogdaficticia.blogspot.com/), lá vai a minha listinha de casualidades e esquisitices:
1. Dirijo por necessidade. Não curto a tarefa. Quer me ver satisfeitinha? Me permita sentar no banco do carona, para que possa olhar o mundo ao redor, despreocupadamente, sem lembrar que existem marchas ou outros carros.

2. Detesto os ônibus que a “Gontijo” oferece para passageiros que saem de Brasília e vão para o sul de Minas. Opção quase única, o negócio é encarar o cheiro de mofo, as cadeiras desconfortáveis, a quebradeira no meio do caminho (e reclamar, coisa que não vejo mais ninguém fazendo, o que coloca o fato na minha lista, entendem?). Uma coisa eu devo agradecer à Gontijo: são experiências como essa que me obrigam a dirigir. Já pensou depender irremediavelmente deste tipo de serviço caro e incompetente??

3. Sou apaixonada pelo filme “Antes do Amanhecer” e nunca assisti ao “Depois do pôr-do-sol”, que é a continuação. Digam sinceramente: isso é ou não é uma esquisitice gigantesca?

4. Sou uma mulher apegada às tradições. Isso significa que só corto o cabelo com a Neide, em Três Corações. Mesmo que ele esteja totalmente sem corte (o que é o caso atualmente), prefiro esperar e entregar as madeixas às mãos seguras e competentes dela...

5. Não costumo usar maquiagem. De vez em quando, um batonzinho. Comprei meu primeiro ‘blush’ no mês passado, querendo mudar de vida e deixar de ser tão riponga.

6. Não gosto de concursos, mas curto ser aprovada neles. Nada que a teoria do reforço positivo não explique...

7. Adoro comentários no blog. Quando há muitos, escrevo mais. (Entenderam a mensagem “subliminar”?)

Passo o bastão para quem achar interessante participar! Os não-blogueiros podem postar aí nos comentários, está combinado?

 
 

CADIMIA NEWS - O RECOMEÇO (PARTE XXXIIII)

Quarenta minutos de ‘spinner’. Série completa de abdominais. Aula de alongamento.

Recomeçar é sempre difícil, né?

 
 

"As andorinhas voltaram e eu também voltei!"

No sábado passado, participamos novamente do trabalho com moradores de rua. Fiquei na turma dos adultos, para ver como funciona, e, mais uma vez, me abismei diante dos desafios da tarefa.

O responsável bate um papo com o pessoal, falando sobre Deus e Jesus. Entretanto, a platéia não é, como vocês podem imaginar, muito “quieta”. Durante a conversa, por exemplo, um dos jovens puxou um cigarro de maconha e começou a fumar. Aula interrompida, cara se recusando a apagar, insistência um pouco maior, resistência maior ainda, olhar perdido, colega se levanta, fala alguma coisa no ouvido do outro e ambos se retiram. Lá na frente, relativamente distantes, começam a cheirar cola. Triste e real, enfim.

Lendo assim, talvez pareça que o negócio é meio caótico, mas, por mais paradoxal que possa parecer, me senti em paz naquele lugar. Estávamos sentados embaixo de umas árvores, as andorinhas davam rasantes entre nós e ouvi coisas muito lindas sobre a vida, as dificuldades, os sonhos. Foram palavras que me alimentaram a alma. Senti-me mais uma das criaturas de Deus, partilhando uma experiência única com as andorinhas e as pessoas sofridas que me cercavam.

 
 

Nada como um dia depois do outro

Estou muito mais adaptada no trabalho.

Graças a Deus.

 
 

BELA ADORMECIDA

Ontem fui me deitar às 18h30, só para ‘tirar um cochilinho’.

Só interrompi para atender um telefonema do Silvio e voltei à ‘luta’.

Acordei no outro dia, às 6h45.

Estava precisando muito disso. Sou outra mulher. Mais concentrada, inclusive, o que é ótimo para o atual desafio intelectual a que me propus.