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Issanidades

 

Passa lá!

Quem acompanha este blog provavelmente tem curiosidade sobre o Silvio, que é o parceiro de quase tudo que conto por aqui.

Para quem quiser saber um pouquinho mais sobre ele e sobre a produção artística primorosa deste companheiro de aventuras, fica o convite para a navegação no seguinte endereço:

http://www.silviosodre.palcomp3.com.br/


"Por que você não passa lá?
Por que você não passa lá?
Você sabe onde encontra,
Você tem o endereço,
Por que então você não passa lá?"

 
 

Aha, uhu, ela está descontrolada!

Contei para vocês que comprei 4 blusinhas fofas no sábado? Que era uma super promoção e que levei a quarta ‘de graça’? Que fiquei de-so-ri-en-ta-da para escolher? Que simplesmente amei a tarefa?

Dei três cheques borrachudos. Em setembro, penso neles! (Só para esclarecer:esse último comentário foi uma piadinha. Sou o ser humano mais controladinho que eu conheço, em termos financeiros. Só em termos financeiros, que ninguém é perfeito, né?)

 
 

Lucas, o copinho e eu

O Lucas foi ‘trabalhar’ comigo, nos três últimos dias da semana passada. Ficou no computador o tempo todo. Acho que não foi tão ruim para ele, que é vidrado em joguinhos de toda espécie.

Na hora do almoço, ele sempre pedia sorvete de sobremesa. A boa-drasta, impávida moça em eterna contenção de calorias, abdicava da guloseima. Abdicava de pegar um copinho para ela, melhor dizendo, porque o coitado era “atacado” por todos os lados: “me dá uma colherinha, Lucas?”; “me dá outra?”, “agora me deixa pegar de chocolate?”

Tem madrasta que é mesmo muito má. Quer dar uma de forte, superior a todos os doces do mundo, e é o pobre do enteado que paga o pato, ou melhor, o copinho.

Tsc, tsc, tsc.

( Ele deixou saudades. O enteado, não o copinho.)

 
 

Obrigada, Pai!

Vindo para casa hoje, depois de fazer as unhas e as sobrancelhas e de passar no mercadinho, me bateu uma tremenda gratidão pela vida. É óbvio que não fui premiada pela ausência de problemas ou dificuldades (e quem disse que este é o prêmio?), mas, fazendo um balanço, o saldo tem sido positivo.

Poderia enumerar aqui a lista dos motivos para considerar o saldo positivinho, mas há razões que são íntimas demais e que, inclusive, dizem respeito a estados de alma que nem mesmo sei verbalizar...

 
 

NOVOS TEMPOS

Ontem fechei um ciclo de trabalho. Amanhã inicio outro. Desde que cheguei a Brasília, isso tem sido quase uma rotina e estou doidinha (quase insana) por um pouco de estabilidade. Entretanto, sei que a mudança para melhor é lei natural, e a ela não podemos fugir e, portanto... que venha o novo

 
 

Encantamento

Meu enteadinho veio visitar meu trabalho hoje e encantou as pessoas. Ele é muito esperto e tem um vocabulário excelente, o que contribui para esse encantamento produzido nas pessoas.

De minha parte, é bom estar desenvolvendo laços com ele. É gratificante já ser considerada um referencial, receber um abracinho sincero, ouvir que sou ‘boa-drasta’...

 
 

Identificação

Ainda sobre o batizado, devo dizer que me diverti bastante no almoço. Sentei ao lado da cunhada do meu cunhado (que rolo!) e do marido dela e dei muitas risadas, pois eles são engraçados demais. Identifico-me com o tipo de humor deles, a leveza ao encarar a vida.
Legal também foi discutir com ela coisas relacionadas à educação, que, como vocês sabem, é assunto que me interessa bastante. Achei as opiniões muito equilibradas e cheguei a comentar que ela conseguia colocar em prática, junto aos filhos, muitas teorias e orientações nas quais acredito.

 
 

Quero ser sua afilhada!

Ah, mas o que eu queria registrar aqui é que o Silvio, doravante chamado de Padrinho, recebeu uma ligação do irmão, no DIA do batizado. Segundo o Padrinho, o irmão pediu que ele levasse o dinheiro para pagar o batizado, que tinha ficado por 500,00, já que eles tinham conseguido um desconto de 35 reais.

Resultado? Silvio passa no banco, afobadíssimo, e LIMPA a conta, para chegar na igreja e correr para entregar a quantia, EM DINHEIRO, para o irmão poder acertar o batizado.

Geeeente, vocês não têm noção do sarro que tiramos do pobre do Padrinho que, evidentemente, tinha ouvido mal, sem perceber a brincadeira do irmão! Passamos o resto do dia pedindo para ele ser padrinho da gente também.

Imagine só, um batizado custar 500 reais! Que igreja seria essa, hein?

Este meu amor é distraído demais. De-li-ci-o-sa-men-te distraído!

 
 

Nada que uma visita ao shopping não possa resolver...

Silvio foi padrinho do mais novo filho do irmão dele. O batizado aconteceu no domingo e rendeu-nos boas risadas.

Antes de contar o motivo, adorei o efeito de um conjuntinho verde (antiiigo) que usei. O visual fez bastante sucesso e ouvi muitos elogios, coisa meio rara, o que me leva a pensar, mais uma vez, que tenho andado muito, muito mal arrumada. A roupa nem era nova e, mesmo assim, fez sucessinho, principalmente porque (imagino) se destacou do visual molambento que venho exibindo.

Enfim, já tinha até esquecido como era gostoso ouvir uma referência elogiosa à minha aparência, mas Deus sabe que não foi por falta de vontade ou por desleixo que cheguei a esse estado roupístico catastrófico, mas por limitações financeiras mesmo.

Bom é pensar que essa fase está passando e poderei voltar ao fantástico mundo das roupas novas!

 
 

Reconhecimento

Quando vim para a ANA, estava dando aula no Marista, vocês lembram? Tive que conversar com a Gerente da área, para pedir que ela me liberasse o restante do ano (assumi no dia 20 de novembro), pois eu já havia assumido compromisso com o Colégio e não poderia deixá-los na mão, justo no fim do ano, que é época bastante agitada em escolas.

Conversei com ela e ouvi coisas como ‘para ser franca, acho meio estranho você querer horário especial, logo assim de cara’. Respondi que entendia que era ‘meio estranho’ e que, se ela me concedesse o horário, eu não somente seria muito grata, mas provaria que merecia aquela confiança.

Pois bem. Anteontem ela esteve aqui na minha sala e perguntou se estava certa mesmo a minha saída e que dia seria isso. Falei e ela respondeu:

- Ai, que pena. Se a gente tivesse um cargo comissionado livre, eu te requisitaria lá do TSE. Por mais que seja bom para você, é uma pena estarmos te perdendo...

Agradeci e disse que era mesmo uma pena, pois gosto do trabalho na Agência.

Foi um reconhecimento fantástico, sabe? Acho que correspondi à confiança que foi depositada em mim, naqueles primeiros tempos. De certa forma, e mesmo com TODAS as minhas imensas limitações, fui uma promessa que se cumpriu.

 
 

DEUS PROVÊ

Ontem uma menina aqui do trabalho, ao contar a vida dela (estávamos sozinhas na sala, no final do expediente), me reconfortou bastante. Não vou contar aqui os problemas que já enfrentou, sozinha, aqui em Brasília, mas, para resumir, até fome está no script.

O que achei impressionante nela foi a tranqüilidade com que enfrentou tudo, e o profundo agradecimento a Deus por cada coisinha que já conquistou (“com o primeiro salário, comprei a cama...”). Nas próprias palavras dela, “Deus provê tudo”. Mais que as palavras, o que me encantou foi o olhar dela, sereno e confiante, raro numa pessoa jovem como ela.

Fui pra casa pensando no quanto sou dramática em relação aos meus problemas e no quanto tenho uma fé pouco ‘operacional’. Em condições muito mais propícias que as que ela enfrentou, já me desespero e me sinto a última das vítimas do planeta e, pior ainda, sempre acho que tudo depende só de mim e me entrego pouco à Providência Divina.

Ser menos desesperada e me entregar mais ao Imponderável vai me trazer um pouquinho da paz que estou buscando.

 
 

Menos, Issana, menos...

Fomos ao cinema ontem: Silvio, enteadinho e duas sobrinhas. Consegui relaxar um pouco, dar umas risadas das palhaçadas das crianças (eles fizeram inclusive um Campeonato de Pum, dentro do carro, para vocês terem uma idéia...) e me distrair com o filme (Harry Potter –ainda prefiro o livro).

Estava precisando mesmo dar um tempo. Como diria meu orientador de mestrado: ‘menos, Issana, menos...”. Menos ansiedade, menos preocupação, menos angústia, mais confiança em Deus (essa parte da ‘confiança em Deus’ é por minha conta, pois acho que faz uma tremenda diferença).

 
 

Tempos Modernos

Tenho andado com falta de ar. Imagino que deve ser uma mistura do tempo seco da cidade, falta de tempo para dormir e ansiedade nas alturas.

Passo os dias suspirosa, com o peito (literalmente) apertado, mas estou resistindo (por enquanto) a visitar um médico, pois, primeiro, quero dormir um pouco e abaixar a ansiedade, pois desconfio que vou me sentir melhor.

 
 

Método Drástico

Sei que já reclamei disso por aqui, mas não tem coisa que me dê mais nojo que banheiro público: respingados na tampa, papel higiênico sujo de sangue aberto na lixeira, cheiro de gambá morto no sanitário ao lado, fio de cabelo jogado na pia...

Bleerrrrghhhhh!!!! O pior é que, na seca brasiliense, é impossível não tomar uns duzentos copos de água e freqüentar bastante o banheiro, para urinar. Um verdadeiro dilema, enfim: ou você não vai ao banheiro e adoece, ou vai muito e quase tem um piripaque nojentístico.

(Usei este método para parar de pensar na canjiquinha. Deu super certo, acreditem!)

 
 

Canjiquinha

A cunhada do Silvio vai fazer canjiquinha para receber as visitas.

Adivinhe quem vai ser a pessoa que mais vai comer?

Nham, nham, nham...

 
 

LOTERIA

Quando era menor, meu pai jogava uma cartelinha da Mega-Sena e passávamos um bom tempo sonhando juntos, brincando de ‘se a gente ganhar o que é que nós vamos fazer?”.

Eu adorava e fazia planos mirabolantes. Desde então, aprendi a força que os sonhos podem ter na vida da gente. Mais que plataformas para realizações, eles também podem desenvolver a criatividade e possibilitar tréguas fundamentais para as lutas cotidianas.

Aprendi também uma lição mais dura que, entretanto, não me é desagradável: sem esforço, todos os sonhos nada mais são que conjecturas lotéricas, cuja concretização é probabilidade altamente remota.

 
 

Tic-tac, tic-tac...


Vocês já tiveram uma vontade imensa de adiantar o relógio e estar, finalmente, na situação estável que desejam?

Pois, se já tiveram, vão saber direitinho o que estou sentindo.

 
 

Geléia de Pimenta

Uma das minhas últimas descobertas foi geléia de pimenta.

Sim, é isso mesmo que você leu: pi-men-ta.

É uma delícia. A mistura de doce com um ligeiro toque apimentado cai muito bem. Costumo comer com torradas, mas o pessoal aprecia mesmo é com carne.

Para quem está querendo uma experiência diferentinha, recomendo.

 
 

Visitas

Hoje teremos visitas em casa. Irmão, cunhada e sobrinha do Silvio ficarão lá em casa. Os sogros, na casa do outro irmão. No domingo, chega o meu enteado.

Silvio está numa alegria só. É muito bom reunir a família, não é mesmo?

 
 

Balanço

Estava aqui limpando o computador, deletando arquivos e pastas.

A seleção atenta me permitiu relembrar muita coisa dessa incursão profissional tão curtinha e tão intensa. Percebi que ela,de apenas 8 meses, me deu a chance de produzir bastante, fazer coisas interessantes e aprender muito.

Ao contrário do MEC, que era lugar onde vivi umas experiências desagradáveis, a ANA vai ser sempre uma lembrança querida, pois tive reconhecimento profissional e o convívio com o pessoal da seção foi muito tranqüilo.

Posso dizer, enfim, que a ANA vai deixar saudades, mas saudades daquelas bem gostosas. Sei que vou deixar algumas boas amigas por aqui e que as portas sempre estarão abertas. Mais que isso, sei que vou vivenciar algo melhor, que também trará contribuições para minha evolução profissional e pessoal.

(Fico mais duas semanas e, depois... bem, depois, é vida NOVA!)

 
 

Cansei de brincar. O dever me chama.

Até amanhã, pessooaaaalll!!!

 
 

Mentalize djá!

Acabei de ver umas imagens de Bora-Bora, enviadas num daqueles pps que a gente detesta, mas que, de vez em quando, trazem boas surpresas.

Fiquei fascinada. Que lugar lindo, meu Deus!

Se eu mentalizar bastante consigo chegar lá?
(Bem que eu queria acreditar nessas coisas simplistas d’O Segredo. Queria mesmo...)

 
 

Vale-post

Escrevi uma tonelada de posts e estou aqui brincando de premiar visitas: a cada visitinha nova registrada no Sitemeter, lanço um dos textos.

Vamos ver até onde consigo acompanhar o ritmo!

Isso tudo é porque eu tinha que estar abraçada com um livrão de Direito, mas... a gente precisa se divertir um pouquinho também, puxa...

 
 

Fazendo tipo

A colega da mesa ao lado toma chá todos os dias.

Acho isso podre de chique.

Também queria gostar de chá, da maneira autêntica como ela parece gostar.

Quanto a mim, só tomo em duas circunstâncias bem específicas: para fazer um tipinho clássico ou para emagrecer.

Aliás, até que é bem lembrado: alguém tem um chazinho verde aí?

 
 

CADIMIA NEWS ou FREUD EXPLICA

Sonhei que o professor da academia me mostrava um monte de carne mal-passada, num churrasqueira, como aquelas do Foreman.

Eram uns bifões, ele ia revirando e me mostrando e eu me sentia desconfortável, pois chegava a ver o sangue escorrendo.
Meu subconsciente tem andado muito óbvio. Relações de academia com carne crua e com desconforto íntimo não são muito difíceis de se reconhecer, não é mesmo

 
 

Comer feijão é bão

Desde que voltei a comer feijão no almoço (nunca fui fã), me sinto mais ‘sustentada’, menos faminta, à tarde.

Dica da nutricionista da Beatriz, que trago para vocês, sem as devidas explicações científicas, mas com o aval da minha experiência pessoal: dá mesmo certo.

 
 

Quase Calamidade

Preciso muito comprar umas roupas. Afinal, mais uma vez, fui deixando para depois, para depois, pagando implante dentário, academia, lençóis para a cama e, como seria de se esperar, considerando-se o salário curto, continuo andando nos trapinhos.

Mas essa situação vai mudar. Ah, vaaaaiiii...

(Até porque, quando se alcança o fundo do poço, a única possibilidade é começar a subida, não é mesmo?)

 
 

"Só sei que nada sei."

Tenho certeza de que vocês já perceberam isso, mas, como este blog não tem pretensão alguma de ser original, lá vai:

QUANTO MAIS A GENTE ESTUDA, MAIS PERCEBE O QUANTO FALTA PARA ESTUDAR.

Caramba!

 
 

Devia ser proibido...

Encontrei com uma colega no corredor e comentei:

- Fulana, está tudo certinho, finalmente estamos em equilíbrio.

É que ontem brinquei com ela que só podia ser para me humilhar: ela, que tem 1,80m, estava de salto alto. Eu, baixinha que só, estava de sandália rasteirinha. Quem nos visse ia imaginar espécies diferentes, tal a discrepância. Algo assim como o poste e a tampinha.

Hoje, me realizei: eu estava de salto e ela, de rasteira. Do jeito que tem que ser, ora bolas!

 
 

Indecência

O tempo em Brasília tem andado muito seco, mas, em compensação, que céu é este, meu Deus?

Coisa in-de-cen-te de linda.
Deus é mesmo o Pintor Incomparável.

 
 

SEM-NOÇÃO

Tem gente muito sem-noção neste mundo. Resolver problema pessoal, em voz alta, dentro de uma repartição pública, definitivamente é um dos sinais dessa falta de noção.

 
 

Placamistério

- CUIDADO: CÃO BRAVO! MANTENHA SEU CARRO A DISTÂNCIA!

Ficamos imaginando qual seria a coisa terrível que a fera poderia fazer com um CARRO inteirinho. Bicho bravo, este.

(Mesmo diante de tanta hospitalidade, entramos e um velhinho bem desconfiado, ao lado de um cão tresloucado, preso a uma corrente - sim, meus amigos, o cão existia mesmo!, disse, num sotaque estranho, que não era por ali, não. Demos meia-volta rapidinho. Afinal, quem nos garantiria a integridade do carro?).

 
 

Notícias da Festa Julina

A festa ‘julina’ do Centro foi fantástica. No começo, é CLARO que eu, como boa controladora que sou, dei uma estressada básica, ao perceber que a nossa barraca, a da Pescaria, não estava ‘em ponto de bala’, mas, pra variar, no final deu tudo super certo, me diverti e aproveitei aquela energia boa que sempre rola nesses ambientes, lotados de criança, em plena natureza, sob as bênçãos dos bons propósitos das pessoas que estão ali.

Recomendo.

 
 

O UNIVERSO CONSPIRA A FAVOR

Comprei dois livros de que estava precisando, numa livraria que dá 20% de desconto e foi indicada por uma amiga.

Ao me indicar, ela disse: “não apareça por lá depois das 18 horas, que eles fecham às 17 e 30”.

O negócio é que eu estava tão ansiosa para tomar posse dos tais livros (fundamentais para aquele meu projeto profissional secreto), que propus que déssemos uma passada por lá, só para conferir se ‘de repente’ eles não estavam abertos.

E não é que deu certo? Ao me entregar as preciosidades, o dono (que já estava fechando as janelas, quando cheguei) me disse:

- O Fulano – e disse o nome de uma pessoa, provavelmente o sócio – não vai acreditar que eu fiz uma venda neste horário!
E eu respondi:

- E a Fulana – nome da minha amiga – não vai acreditar que ainda achei a livraria aberta.

Acredito que isso é um sinal de que tudo vai dar certo, nesse aspecto. Pelo menos, é nisso que quero acreditar!

 
 

Momento Hipocondria

Fui ao médico, na segunda, e, na semana que vem, começo os tratamentos para eliminar a anemia. Ela disse que é coisa simples e que, dentro de uns 3 meses, vou estar ‘zeradinha’.

Quem sofreu mesmo foi o Silvio, que fez um exame chamado ‘clíster opaco’ e, pessoal, passou um mau pedaço. O bom é que sobreviveu e o resultado foi positivo.

 
 

Nada é por acaso. Nada mesmo.

No dia da entrevista no TSE, a conversa foi muito além da mera apresentação formal e, papo vem, papo vai, a Secretária nos disse: “ah, nada do que aconteceu na minha vida foi ruim”.

Achei aquilo muito interessante e pensei: “puxa, ela deve ter lá seus 40 e muitos e não se arrepende de nadica de nada?”

Daí ela completou: “é que toda vez que me decepcionei com alguém ou alguma coisa, lá na frente, depois que passou o tempo, é que vi que o acontecimento desagradável foi o melhor para mim, me abriu oportunidades futuras e, no mínimo, me amadureceu.”

Achei isso bastante sábio e tenho procurado viver também de acordo com isso, até porque concordo que é mesmo por aí...

 
 

Colheita e Semeadura

Fui nomeada e devo tomar posse em a-gosto.

Legal ver o nominho no Diário Oficial. É sensação boa, de dever cumprido, de colheita.

Mais legal ainda é já estar plantando em outros terrenos e regando outros sonhos.

Pedra que rola não cria limo, já dizia minha avó.

 
 

BALANCEAMENTO MUSCULAR

Vocês já ouviram falar de balanceamento muscular?

Pois é, até semana passada, nem eu. Uma amiga do trabalho, entretanto, é terapeuta na área e, ao me ouvir ‘chorar as pitangas’ de uns problemas que tenho enfrentado, ofereceu-se para me atender. Na verdade, ela participa de um grupo, que atende gratuitamente, no Sanatório Espírita de Brasília (a terapia não é espírita, eles apenas utilizam o espaço cedido pela Diretoria daquela Casa).

O atendimento foi uma experiência que recomendo para todos. Minha amiga me passou para a dirigente dela, que conseguiu, numa sessão de pouco menos de 1 hora, fazer aflorar em mim emoções extremamente intensas.

Sou bastante racional. Isso me facilita muita coisa na vida, mas, no caso em análise, estava me prejudicando bastante. Ao acionar conteúdos muito íntimos, dos quais nem eu mesmo me dava conta, a terapia me proporcionou um insight fantástico, que estou saboreando até agora.

A próxima consulta está marcada para novembro, pois eles têm agenda lotada, mas, de qualquer jeito, o que vivenciei já me tirou uma tonelada das costas e deu material para muita reflexão, durante os próximos meses.

Guardem esse nome: balanceamento muscular.

 
 

CADIMIA NEWS

Paguei mais seis meses.

Afinal, em alguma coisa relacionada à academia eu tenho que ser pontual e disciplinada, não é mesmo?

 
 

Rumo à Excelência


Tive uma reunião com a Secretária de Gestão de Pessoas do TSE. Fiquei en-can-ta-da. Para mim, aprender no trabalho é essencial e me sinto muito desgastada em espaços onde essa possibilidade não existe e minhas tarefas se limitam ao cumprimento de rotinas desumanizadoras, medíocres.

Durante a entrevista, senti que isso não vai acontecer. Espero que a primeira impressão fique mesmo e o ambiente me jogue para cima, por meio do aprendizado constante.

(Detalhe é que errei o lugar do encontro e, quando me dei conta disso, já estava super tarde e, sim, meninas e meninos, cheguei com quase UMA HORA de atraso à PRIMEIRA reunião com a SUPER CHEFE. Ai, meus sais!)

 
 

Sombra e Gelatina Fresca

Estou na ANA há sete meses. Como já comentei por aqui, o local é super aprazível, um espaço verde imenso, com árvores entre os prédios. Ontem, almocei sozinha e, pela primeira vez, depois desse tempo todo, a ficha caiu e, ao atravessar um desses ‘campos gramados’, decidi comer minha gelatininha diet debaixo de uma arvore. Fiquei por ali uns 10 minutinhos, aproveitei para fazer uma oração, respirei fundo e voltei para o trabalho.

Fez bastante efeito. Voltei mais concentrada e tranqüila.

Pretendo repetir a dose hoje e amanhã e nos próximos dias em que isso for possível.

Levei sete meses para descobrir e agora não posso deixar de aproveitar esse pequeno prazer possível, não é mesmo?

 
 

Orações


Uma Leitora Amiga deste blog está passando por um período extremamente difícil.
Orem por ela, amigos. Não posso dar detalhes, pois isso seria muito invasivo, mas conto que o coração generoso de vocês não deixará de fazer uma prece carinhosa, pedindo a Deus que entregue a essa anônima leitora ondas e mais ondas de fortaleza, paz e serenidade.
Obrigada a todos!
(Amiga, pode contar comigo...)