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Issanidades

 

Momento Corujice


Não posso deixar de registrar, mesmo com atraso, o aniversário de minha sobrinha Júlia (a da esquerda), que fez 9 anos na segunda-feira, dia 26/04.

Falei com ela, pelo telefone, no domingo, e ela estava super animada, pois segunda é dia de educação física e eles iam cantar parabéns para ela, não só o pessoal da turma dela, mas a quarta série também!

Não é mesmo uma coisa luxuosa, o pessoal da quarta cantar para a gente?

(Mando aí a foto dos meus três sobrinhos lindos, para vocês babarem comigo. São ou não são fofos demais? O rapazinho já é conhecido na escola como “Alemão”. A do meio se chama Alice e me disse, no domingo, que é para eu voltar à casa dela. Respondi que estou esperando a visita dela aqui em Brasília e ela respondeu, no desconcerto de quem sabe que não depende dela: “ah, tá, tia, então eu vou”.)


 
 

Leopoldo e eu

Silvio está fazendo curso de formação e tem que apresentar, em grupo, um trabalho sobre o tema estudado. Eles optaram por fazer uma fotonovela (achei a idéia ótima) e fizeram tudo, de forma amadora, dividindo as tarefas.

Silvio passou um tempo enorme ajustando o Power Point em que vão apresentar o trabalho, relacionando imagem e locução e dando os retoques necessários, de modo que ouvi umas oitocentas e noventa e nove vezes uma voz masculina, ecoando pelo apartamento, na maior solenidade: “Este é o Leopoldo...”

Se o grupo permitir, depois vou anexar o arquivo aqui, para vocês curtirem a obra de arte...

 
 

81 DIAS

Big Brother está quase no final... Quanta coisa não vivemos nestes 81 dias, meu Deus!

Meu irmão mais velho estava aqui, no primeiro dia de programa. Depois disso, ele foi embora, começou curso de inglês, está substituindo o chefe e estudando para concursos.

E vocês, o que fizeram nestes 81 dias? Contem aí!

 
 

Chatices do cotidiano

Carro está com a ventoinha quebrada e a TV a cabo não funciona.

Pelo menos, já trocamos o varal e a papeleira do banheiro, não é mesmo?

 
 

Realização

Vivi a semana mais trabalhosa e divertida desses quase 2 anos de Brasília. Comecei o curso de Português para os servidores da Agência e passei as manhãs ensinando concordância verbal, concordância nominal e redação. À tarde, voltava para a rotina da seção e tinha que resolver todos os despachos e problemas que se acumularam, no período em que estava fora, de forma que não tive tempo para postar, estudar um pouco, responder e-mails de gente querida...

Foi uma correria sem fim, mas cheguei ao final dela muito realizada. Como já disse diversas vezes por aqui, quando estou atuando como professora, sinto-me útil e querida, contribuindo de alguma forma para a evolução das pessoas. Não sinto ao fazer um despacho ou um projeto básico. Posso até realizar essas tarefas com relativa competência, mas... ah... a sensação de ensinar é inebriante.

Sou apaixonada mesmo pela educação. Não tem jeito. É irremediável. Graças a Deus!

(Isso significa que, na semana que vem, vamos montar uma outra turma e vou novamente ter dias agitados mas... felizes.)

 
 

O lanterneiro é o próprio Tiririca: mesma voz, mesma linguagem corporal. O próprio.

O lugar, uma oficina com a maior cara de desmanche, estava infestado de barata, e uma delas, não sei se habitante do carro mesmo ou trazido com a caixa de ferramentas dele, apareceu no porta-malas (pobre porta-malas!) e ele MATOU a barata COM AS PRÓPRIAS MÃOS.

Estava assistindo ao conserto, então foi um show de reações instintivas. Não só ele deu um fim na barata, na maior tranqüilidade, quanto eu também dei vazão a um nojo profundo e ancestral, que me fez dar o maior gritão: BLERRRGHHH!!!!

(Depois do grito, ele respondeu, plácido: “não tinha jeito, tinha que ser...’)

Vocês podem até me chamar de fresca, mas tenho certeza de que pouquíssimos dos leitores tiveram a chance de ver uma pessoa dar um tapa na barata, na maior categoria!

Depois disso, não consegui mais acompanhar o conserto (não tinha condições psicológicas, hahaha) e decidi me sentar no banco da frente do carro, esperando o cara dar uma ajeitada provisória (o conserto definitivo vai ser pago pela senhora do Gol vermelho, como eu já disse). Sentada ali, morrendo de exaustão, ouço o seguinte diálogo, que, se não fosse muito engraçado, seria surreal:

- Exxa exxxtalou – diz o Silvio, com o sotaque carioca que lhe é peculiar. Ele tinha matado uma barata com o pé ( estava calçado, não se preocupem).

O Tiririca Lanterneiro respondeu, com sotaque nordestino e uma vozinha pensativa:

- É... pois é... quebrou a coluna dela.

Putz, foi demais!! Fiquei rindo ‘pra dentro’, imaginando a barata de coluninha quebrada, toda desconjuntadinha...

Foi um final hilário para uma situação indesejada. Ainda bem!

 
 

SAGA DE UMA COLISÃO

Uma senhora, servidora do MEC (ex-colega!), acompanhada da mãe, que tem Alzheimer (é assim mesmo que se escreve?) e do filho adolescente, fez o favor de se jogar na traseira do nosso carro, quando estávamos parados numa faixa de pedestres.

Nosso prejuízo foi pequeno (na verdade, espero que não seja nenhum, pois, como ela já saiu dizendo, logo que desceu do Gol vermelho que dirigia, o seguro vai cobrir tudo), mas não deixamos de nos assustar e gastar um tempo enorme, esperando guincho (que levaria embora o carro dela), registrando ocorrência na 3ª DP e ‘visitando’ o lanterneiro, que o porta-malas não fechava mais... Chegamos em casa ‘moídos’, mas, se era para acontecer alguma coisa, pelo menos não houve vítimas, nem maiores prejuízos.

Eventos como este são mesmo verdadeiros testes. Em poucas horas, vivi emoções intensas e conflitantes:

- Medo/impotência/fragilidade: em milésimos de segundo, só ouvi o comentário do Silvio (“não, minha senhora, não...”) e o barulho de uma freada forte. Depois, o impacto na traseira do carro. Não havia nada a fazer.

- Identificação/solidariedade: por mais estranho que pareça, fiquei com dó da motorista. Independente dos prejuízos que ela nos causou (pelo menos, em termos de perda de tempo e de desgaste emocional), ela estava numa situação pior: a mãe, doente, assustada, quietinha dentro do carro, esperando o resultado daquilo tudo, a culpa por ter ‘se distraído um pouquinho só’, como ela disse, a responsabilidade pelo reparo nos dois carros etc. Compreendi o que ela estava sentindo, mesmo sem ter estado naquele papel alguma vez, e foi uma experiência interessante. Não senti ódio ou raiva ou quaisquer desses sentimentos e isso me fez bem.

- Gratidão: quando estávamos ali, em frente ao Terraço Shopping, atravancando o trânsito e esperando o guincho, uma colega da ANA apareceu, do nada, perguntando se tudo estava bem, se precisávamos de ajuda... Ela parou o próprio carro, quando me viu, e desceu, mesmo não sendo uma pessoa mais próxima. Nossa, me senti tão acolhida, tão querida. Não parecia estar numa “Capital”, mas numa cidadezinha do interior, em que as pessoas se amparam.

- Alívio: tinha um cara fazendo um barraco tão grande na Delegacia, que me senti aliviada por não ter que ganhar a vida ali, resolvendo coisas desse tipo... Já pensou que coisa mais desagradável, ter que lidar, por força da profissão, com problemas e desajustes entre as pessoas? Deus me livre!

- Preocupação: como é que o carro iria dormir com o porta-malas aberto? Ou melhor, como é que EU iria dormir, sabendo que o porta-malas estava arreganhado? Isso seria um problema se, entretanto, não tivéssemos encontrado O LANTERNEIRO, encontro que me valeu umas boas risadas.

 
 

Maria Colírio

Comecei tratamento ‘das vista’. Tenho que passar um colírio de 3 em 3 horas e outro, de 8 em 8. Isso significa que passo quase o dia todo com os vidrinhos na mão e os olhos molhados, meio cegueta.

Não estou reclamando. Afinal, esse tal de pinga e seca e pinga de novo já está fazendo efeito, graças a Deus!

 
 

Pavlovianas

Viciei em comer um chocolatinho Talento Diet, após o almoço. É assim: almoço, compro o chocolate. Vou para a biblioteca e, enquanto me divirto com estimulantes leituras sobre administração de recursos humanos, cráu no chocolatinho. Isso, todo o dia.

Criei uma espécie de reforço positivo para mim mesma: “aproveite seu chocolatinho, Issaninha. Você merece. Afinal, esse assunto é tão chato e você é tão disciplinada e merece uma retribuição e você pode e a terra vai comer tudo mesmo e pra que então se preocupar é só um chocolatinho mesmo...”

E tome graminhas a mais na balança, que o chocolate é diet, mas não é milagroso!

 
 

E o que é que eu ganho com isso?

Na sexta, fomos a um lugarzinho muito fofo, chamado Obelix. Fica no Lago Sul e é meio reservadinho, à luz de velas, com música de boa qualidade.

Pronto, agora que escrevi, vou procurar os donos, para ver qual vai ser a minha comissão, cada vez que um dos meus inúmeros leitores se dirigir ao local e informar, cheio de orgulho, que está ali, por obra e graça do Issanidades.

 
 

Tsc, tsc, tsc!!

Descobri hoje que o Silvio tem verdadeira OJERIZA de muxoxos e similares.

Adivinhem só o que fiz, o tempo todo, durante todo o café-da-manhã?

Tem mulher que é mesmo megera...

 
 

Um pouquinho de provocação

Ontem, foi aniversário da Beatriz e eu não resisto:

ME ALCANÇOU, HEIN?
(Parabéns, amiga! Paz, saúde e muito sucesso na sua vida...)

 
 

Quando o outono chegar...

O tempo aqui em Brasília quase foi pontual. Amanhã é outono e, desde ontem, começamos a sentir um friozinho suspeito. Frio bem de leve e bem distante da geladeira que é Três Corações, mas, mesmo assim... frio, mudança de temperatura, sinal de estações se sucedendo.

E a roda da vida continua a girar...

 
 

Corujice

Meu irmão mais novo conseguiu emprego. Está cheio de energia, super animado, sentindo-se útil, encaminhado.

Estou bem feliz com isso, pois é um menino de ouro.

 
 

Boas Novas

Voltei à oftalmologista ontem. Ela disse que ainda não preciso fazer a cirurgia que achei que precisava. Segundo ela, posso passar uns colírios primeiro, para ver se as coisas melhoram assim, sem a faquinha.

Torçam para que dê certo, tá?

 
 

IMPASSE

Vocês já tiveram vontade de falar uma coisa para uma amiga, mas não têm coragem?

Estou vivendo exatamente essa situação.

Ah, e não se preocupem: ela não é leitora do blog.

(Pelo menos, acho que não)

 
 

Podia é ser mais baratinho...

Comprei xampu e condicionador da Image) e estou adorando. O cabelo virou outro, super sedoso.

Pena é ser tão caro!

 
 

ARMAS

Dia corridíssimo no trabalho. Para variar, estou bastante envolvida , torcendo para as coisas darem certo e, para que elas dêem certo, é claro que acabo trabalhando muito.

Não estou reclamando. Gosto da adrenalina dos pequenos desafios nossos de cada dia.. Mesmo o que poderia me desanimar, que é o fato de estar, brevemente, saindo do atual e indo para outro emprego, não é algo de que possa reclamar, pois as condições de trabalho serão melhores.

Enfim, se a vida é luta, até que estou bem armada.

 
 

E quem disse que a gente precisa sofrer?

Fui ao Marista hoje, para assinar uns documentos e entregar umas coisinhas (crachá, jaleco etc.). Achei que fosse me sentir mais melancólica. Na verdade, senti foi alívio por estar encerrando com chave de ouro, por ter feito um bom nome por lá e por estar diante de oportunidades melhores.

A cada dia que passa, mais me conscientizo de que o exercício de uma vocação não se limita a paredes ou papéis sociais, mas deve ser uma abordagem, um estilo de vida que percorre todas as nossas ações. Sou educadora e ponto. Agorinha mesmo, estava com uma colega, que tem dificuldades de redação, dando uns toques, ajudando. No dia 28, começo um curso de língua portuguesa, para alguns servidores da Agência. No domingo, inauguramos a Mocidade do Centro Espírita Irmão Áureo, e sou uma das coordenadoras.

Enfim, a gente não precisa SOFRER, para ser útil e se realizar.

 
 

EVOLUÇÃO

Ontem, fomos ao Centro e quem coordenou foi um dos caras que, há mais de 25 anos, trabalha com assistência social na Rodoviária de Brasília.

Entrei uma pilha e saí calma, tranqüila. Incrível o efeito dele sobre mim. Comentamos, Silvio e eu, que ‘talvez’ seja porque, ao falar do Evangelho, ele fala de uma experiência que transformou em realidade na própria vida. Não é só discurso.
Um dia, eu chego lá

 
 

Farra do Pão-de-Queijo

Uma amiga do trabalho trouxe pães de queijo, comprados no Ceasa da Asa Sul, para a gente experimentar. “Encomendei’ 1 quilo e ontem ela trouxe. À noitinha, então, Silvio e eu fizemos a farra do pão-de-queijo, lá em casa e, gente, vocês não tem NOÇÃO do quanto eles são especiais, com gostinho de queijo mesmo, longe daqueles da “Forno de Minas” e similares.

Dose agora vai ser despencar lá para o final da Asa Sul, só para comprar o pão. Afinal, depois de experimentar esses, como é que vou ter coragem de comprar um “massificado”, com gosto de nada em bolinhas?

 
 

UM SEMESTRE IN-TEI-RI-NHO

Semana que vem faço 6 meses de academia.

Pretendo fazer novamente a avaliação física, para ver se consegui algum resultado concreto. Tenho percebido que a barriga deu uma diminuidinha e a cintura afinou um pouco, mas... só acredito na ciência no gordurômetro e, portanto, lá vou eu correr na esteira novamente, de top e shortinho!

 
 

Prejuízo

Quase na mesma semana, o varal despencou, a papeleira do banheiro quebrou e roubaram o som do carro.

Ainda bem que a gente passa em concurso, não é mesmo?

 
 

O BARULHO MORA AO LADO

Estamos de vizinhos novos, no prédio. Impressionante como eles fazem barulho. Os antigos eram um casal (pelo menos, era o que eu deduzia, pelo que se ouvia pelas paredes finíssimas que deixam ouvir tudo), mas, agora, parecem ser legião: há uma criança que não pára de chorar (deve estar estranhando a casa nova), uma senhora que a criança chama de ‘vó’ e que discute, ombro a ombro com o marido (ou companheiro, ou filho, ainda não deu para estabelecer as relações muito bem), questões como o ralo entupido do banheiro. Tem uma voz masculina mais jovem, que berra a cada gol marcado por não sei quem, em não sei que jogo, e uma voz feminina, também jovem, que chama a criança de “Baby” (“não chora, Baby, vem aqui com a mamãe...”). Isso fora um cachorro, que late finiiinho e meio desesperadinho. Ah, e ontem, antes de dormir, percebemos que o quarto estava empesteado com o agradável aroma de fumo de rolo, vindo docemente trazido pela brisa, diretamente da janela ao lado

O bom é que eles são tão agitados que a gente também passa a se sentir integrante da família, lembra o quanto famílias grandes podem ser acolhedoras e agradáveis. Tudo tem mesmo duas possibilidades de leitura. Nessa história, por exemplo, todos sabem que eu vivia reclamando da frieza dos vizinhos e, agora, finalmente, já tenho para quem pedir um copo de açúcar emprestado, sem me sentir invadindo território antisséptico e milimetricamente distante.

 
 

MOTOQUEIRO FANTASMA

Assistimos ontem. Mesmo não sendo meu estilo, até que recomendo.

Sabe aquela coisa da fábula que retrata a vida e que no fim, por mais absurda que seja, nos faz pensar e repensar coisas muito mais profundas que a própria história em si? Foi algo mais ou menos assim...

 
 

Ultimato Familiar

E por falar em família... Isamar, quando é que você se muda para Brasília, hein?

 
 

Vida Nova

Já contei para vocês que fui a uma dermatologista? Não é o mesmo padrão da dra. Alessandra, super dermato de Três Corações, mas já me senti muito feliz ao sair do consultório com uma receitinha de produtos para serem manipulados.

Só agora, depois de quase 2 anos em Brasília, estou tendo estrutura psicológica e financeira para retomar alguns cuidados que faziam parte da minha rotina. Mesmo tendo tido que esperar este tempinho, até baixar poeira, defender mestrado, passar em provas, o saldo é extremamente positivo. Já ganho mais que antigamente, trabalho menos, tenho melhor qualidade de vida... Só falta a família por perto, mas isso eu também acho que vou conseguir, com o tempo e alguma falação no ouvido do pessoal.

 
 

MADE

Tenho andado meio enjoada de Big Brother. Minha última paixão televisiva é um programa da MTV, que se chama MADE. O programa traz sempre a trajetória de um adolescente, que luta para vencer as fragilidades e realizar uma determinada tarefa, desafiadora para o perfil dele.

Adorei um que era sobre a história de de uma menina, super nerd (estava prestes a entrar em Harvard), quarta melhor esgrimista dos Estados Unidos, que queria porque queria aprender a dançar hip-hop, para entrar na equipe de dança da escola. Apesar de desajeitada ao quadrado, ela não desistiu e conseguiu alcançar o objetivo.
Sei que isso tudo é ‘sonho americano’ demais para o gosto de muita gente, mas, para mim, está sendo gostoso demais ver a gordinha da escola conseguindo completar a Corrida Anual, a doidinha da turma aprendendo a lutar boxe... É inspirador!

 
 

Projetos

Estou me sentindo super energizada. Silvio e eu embarcamos num projeto, juntos, e eu passo os dias sonhando acordada, visitando sites sobre o assunto. Acho que isso é um excelente método para a gente se sentir vivo e ligado a uma pessoa: ter um projeto em comum e lutar para concretizá-lo.

Vocês já sabem: quando as coisas realmente acontecerem, eu conto por aqui, ok?

 
 

"Ai, que vontade que dá!"

Acabei de chegar de uma reunião num prédio que fica praticamente em frente àquele onde fica o nosso apartamento. Vocês têm idéia da vontade que tive, de descer do carro e enforcar as duas últimas horas de trabalho, ficando em casa?
É, mas fiquei só na vontade

 
 

Rastros

No domingo, comemos um crepe com a Ana Paula e a Roberta, que trabalham no MEC, e eu pude matar as saudades.

É gostoso ir deixando rastros de amizade por onde passamos. Mesmo quando eles são tênues (o que não é necessariamente o caso!), valem a pena.

 
 

Eclipse

No sábado, vimos o eclipse, na saída de uma reunião maravilhosa, no Centro. Foi pura magia. Quando bati os olhos naquela luona improvável, parcialmente escurecida pela sombra da Terra, tive um daqueles momentos em que sentimos (e não somente racionalizamos) a grandeza de Deus e a finalidade maior da vida.

(Detalhe é que, neste dia, um cara encrencou conosco na fila do Banco do Brasil e outro mostrou uma banana para a gente, no trânsito. Obviamente, atribuímos tudo isso aos misteriosos efeitos do eclipse, até porque somos muito bonzinhos e quietinhos e pacíficos e não costumamos provocar ninguém.)

 
 

Diálogo

Estamos de faxineira nova. Contei para ela dos motivos que me fizeram dispensar a outra e ela repetiu umas 3 vezes: ‘mas se a senhora estiver com vontade de falar alguma coisa, pode falar, que não tem problema, viu?”

Já começamos bem. Linha de diálogo interrompida é relação fracassada, seja ela qual for.