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Issanidades

 

Issanews

O que eu imaginava acabou acontecendo mesmo: o Issanidades se tornou público demais para o tipo de assunto que eu gostaria de partilhar por aqui, por isso, pelo menos por enquanto, vou migrar para o www.issanews.blogspot.com. O Issanidades continua sendo meu blog oficial, para o qual provavelmente voltarei, quando perceber que minha vida já não interessa tanto a quem não me quer bem. Aliás, continuo a postar por aqui amenidades e comentários sobre a vida em geral. Detalhes sobre meus projetos e vivências é que desaparecerão. Eu poderia parar de escrever sobre esses assuntos, mas não creio que abrir mão disso me fará algum bem, até porque o processo de escrita é terapêutico. Dessa forma, esses temas mais reveladores vão para o Issanews, que só estará aberto para convidados.

Se você é meu leitor e me quer bem, vai ser um prazer incluí-lo na listinha de autorizados do Issanews. Continuo precisando da energia positiva de vocês! O e-mail de solicitação é issana@gmail.com. Por favor, identifiquem-se, falem um pouco de vocês, para que eu possa autorizar, ok?

Obrigada pela compreensão de todos: essa medida faz parte do meu processo de cura...

 
 

Graças a Deus

Meu pai e eu em frente à Sociedade São Vicente de Paula. Passa um amigo da época do Matric (lembram que coordenei o Movimento de Adolescentes Tricordianos?). Conversa vai, conversa vem, nos despedimos, mas antes ele fala:

- Nossa, fiquei preocupado quando te vi aqui: Issana, que mora em Brasília, em frente à Funerária... logo pensei bobagem. Ainda bem que tudo está bem com você e sua família.

Estão vendo só o que eu quis dizer com "ter pessoas que se importam com a gente"?

 
 

Coraline, uma metáfora

Vi hoje. Como todos dizem, é desenho animado para ADULTOS, adultos bem adultos mesmo.

O filme me impressionou bastante. Achei que é uma metáfora fantástica para o momento pessoal que estou vivendo.

 
 

Overdose

Estou na maior preguiça dessa coisa toda de 50 Anos de Roberto Carlos. Puxa, respeito a trajetória dele etc e tal, mas não aguento mais ouvir falar dele no jornal regional, no Jornal Hoje, no Vídeo-Show, na Grande Família, no Luciano Huck.

Overdose total.

Ou sou eu que estou vendo TV demais?

 
 

Mimos

Estou levando para Brasília:

- capuccino Padre Victor (amo!);
- goiabada cascão (pra tomar com leite quentinho);
- tapete para o banheiro;
- vasilha para pipoca;
- porta-pano-de-prato (como é que se escreve isso?);
- pratinhos fofos para as crianças da evangelização tomarem sopa (não resisti, pois são do mesmo padrão que eles usam lá no Centro, com bichinhos desenhados no fundo do prato);
- pote de margarina cheio de frango frito pela D. Marta.

Levo também um coração recomposto, muita paz interior e uma imensa vontade de fazer o bem.

Acho que as férias valeram.

 
 

Sentir-se alguém

Vi tanta gente conhecida nas ruas, uma verdadeira delícia. É muito bom não ser mais um na multidão, mas alguém que faz a diferença, com quem as pessoas se importam (nem que seja para dar uma fofocadinha básica!).

Se bem que, pensando melhor, isso já acontece em Brasília, só que numa dimensão mais microscópica. No Centro e na Coordenadoria onde trabalho, até me sinto acolhida, cercada de conhecidos. Enfim, quando fizer uns 24 anos (esse foi o tempo que passei em Três Corações) de Brasília, provavelmente já não me sentirei tão isoladinha.

 
 

Gelo

Hoje de manhã fui com a mãe ao oftalmologista. Logo que entrei na sala, esfreguei as mãos, naquele sinal clássico de quem está com muito, muito frio, de quem entrou num consultório-geladeira, às 9 da manhã, nesta cidade gelada do Sul de Minas.

Foi engraçado porque ele comentou:

- Tá frio, né? Aqui não bate sol, é horrível. Se fosse frio assim o ano inteiro, eu não queria nem saber, ia embora de volta para o Ceará.

Para vocês terem uma ideia do quanto é friiio, tão frio que as conversas sobre o tempo deixam de ser apenas forma de começar conversa e passam a ser eixo básico.

(Agora, fala sério, que médico observador, meu Deus... Pensei que estava sendo um primor de discrição!)

 
 

O Portão

Assim que desci do ônibus, ou seja, logo após o episódio da lua, cruzei os olhos com os de um rapaz que mora aqui no bairro. Ele estava com o portão aberto e a luz iluminava o alpendre onde estava, abrigando-se do frio. Ele me parece ter uns 20 anos e está numa cadeira de rodas. É bastante pobre e os pais lutam com dificuldade, de forma que não há como acompanhá-lo sempre, o que faz com que quase nunca saia de casa.

Ele tem da vida o que observa pelo portão.

Nunca vi olhos tão tristes. Nunca mesmo.

Senti-me microscópica diante da lua gigante e da vida limitada. Sou tão minúscula diante da beleza e da dor... Como posso continuar a girar em torno do meu próprio umbigo, se há tantas coisas bonitas a serem descobertas e apreciadas? Como reclamar das lutas diárias, se há pessoas no portão?

 
 

"Tendo a lua aquela gravidade, onde o homem flutua..."

Olhar distraído no ônibus, voltando para casa e, de repente, dou de cara com aquela lua cheia, imensa e ligeiramente avermelhada.

Estava tão lindo que até o menininho que ia atrás deu o grito:

- Mãe, olha a lua.

A mãe olhou e eu continuei a olhar também. Provavelmente, nós e o ônibus inteiro. Diante dessa beleza tão gratuita, como não interromper o fluxo de nossos interesses imediatistas e terrenos?

 
 

Para não dizer que não falei das flores...

Li certa vez que, na época da morte do Ayrton Senna, ele foi levado, pela espiritualidade superior, a um sono abençoado, para não ter que acompanhar e vivenciar toda a comoção que a morte dele causou.

No caso do Michael Jackson, torço para que ele também esteja recebendo esse tipo de apoio, pois, vamos combinar, todo esse apelo midiático não contribui em quase nada para o que realmente importa: a paz dele e dos familiares.

 
 

Livre associação de ideias

Assisti a parte do funeral (ou homenagem ou sei lá o quê) do Michael Jackson deitada na mesa de depilação, de forma que não posso deixar de associar: Steve Wonder, perna direita. Show de guitarra, perna esquerda. Brooke Shiels: paramos para ver. Smile: sobrancelha.

Quase tuítei de lá, mas achei que seria meio... hum... bizarro.

 
 

É duro

Beatriz e eu vimos um casal dormindo num velho colchão, numa marquise em Juiz de Fora. Ela comentou que era muito triste dormir na rua (eram 6 e meia da manhã). Minha (pequena) experiência com os moradores de rua de Brasília, entretanto, me fez completar:

- Pelo menos estes têm colchão.

A realidade é dura, muito dura; as pessoas dormem no papelão, com um cobertor ralo por cima. Crianças, inclusive. Haja o frio que houver.

E ainda há pessoas que criticam o trabalho de distribuição de sopa e de conversa amiga que é feito na Rodoviária pelo centro espírita que frequento. Concordo que há necessidade de se estruturarem outros mecanismos para a promoção da dignidade humana, que um prato de sopa é muito pouco, mas, sinceramente, me parece bastante cômodo fazer esse tipo de crítica, sem que ações efetivas a acompanhem, mesmo porque, na prática, frio e fome são experiências muito fortes, que papeis e projetos inexequíveis não solucionam, mas um prato de sopa alivia.

 
 

Comportamentos

Cada vez mais me convenço de que ética e elegância são itens de primeira necessidade, mas que não estão universalmente distribuídos.

Infelizmente.

 
 

O vestido eu já tenho...

Comprei um vestido verde (60 reais) em Juiz de Fora. Acho que foi um excelente negócio, pois vestiu muito bem.

Não vejo a hora de estrear!

(Aceito convites... hehehehe)

 
 

Uma loirinha feliz

Ainda na linha "irmãos-fantásticos", tenho andado encantada com a fase boa que a Isamar está vivendo: trabalho bem-remunerado (apesar de ralante, fazer o quê?), carro do ano, cabelão liso e loiro...

Já vi o quanto essa menina pastou, então espero que a atual fase se perpetue, se perpetue, se perpetue.

Merecimento não falta.

 
 

Fome

Tenho andado faminta de experiências autênticas.

E de pessoas inteiras.

E de sonhos ousados.

 
 

Últimas esperanças

O Ivens está desenvolvendo um trabalho de conclusão de curso (ele faz Ciência da Computação) chamado Quadro Gerencial. Trata-se de um programa para gerenciamento de tarefas de trabalho. Andei dando uma olhada ligeira e já estou muito orgulhosa. Pensa que vi esse menino nascer (abafa, mas são 15 anos de diferença!)e agora o rapaz é um cara que ganha a vida fazendo sites (Ivens, diz aí o endereço da página que você vendeu para o colégio, para eu fazer uma propaganda por aqui) e domina, pouco a pouco, o universo da programação.

Já falei pra ele que ele (e o Islan) são minhas únicas chances na vida de ficar rica. Tá certo, provavelmente vou ser sempre remediada servidora pública, não vou passar fome, mas meu plano secreto mesmo é me tornar sócia deles numa empresa e ficar milionária.

Bem, nem precisaria ficar milionária. Contento-me com uma cobertura no Sudoeste.

P.S.: Confiram um pouco do trabalho dele em www.quadrogerencial.com.br

 
 

WATCHMEN

E por falar em livros... vi hoje o filme WATCHMEN. Tá certo, não é o filme do ano (pelo menos, não para mim), mas é boa distração.


Taí uma coisa com a qual preciso me atualizar: filmes.

 
 

O LEITOR

Li enquanto ia para Juiz de Fora. Achei lindinho demais, uma história de amor delicada, humana, plausível.

Identifiquei-me com o narrador. O jeito como ele encara a vida se parece com o meu.

Já senti isso outras vezes (a mais impactante foi num livro espírita, que se chama ESQUINA DE PEDRA, de Wallace Leal Rodrigues), mas é algo raro, profundo e... mágico. Afinal, a jornada na Terra é tão solitária que nos encantamos quando percebemos que, de alguma forma, temos companhia.

 
 

Férias

Férias são mesmo indispensáveis. Estranho é que, todas as vezes em que vou tirá-las, nunca acho que são necessárias. Entendam, eu até CURTO BASTANTE a ideia de gozá-las, mas nunca acho que estou precisando, que estou completamente exaurida e estafada a ponto de exigi-las ou achá-las primordiais, o que é sinal evidente de que não sei ler meu corpo ou respeitar meus limites.

Agora mesmo, neste período, saí de Brasília totalmente envolvida pelo trabalho, achando meio ruim mesmo deixar as coisas em andamento, com a sensação forte de que elas não andariam sem mim (tolinha...), de que não havia nada de muito interessante para ocupar o tempo etc.

Quanto engano.

Na verdade, eu estava sim ESTRESSADÍSSIMA, misturando desgostos emocionais com cansaço físico ou, em outras palavras, desconsiderando minhas necessidades de descanso e pausa, por puro medo de encarar fantasmas e dores.

Enfim, como teria que tirar essas férias ainda este ano (ainda tenho um pequeno período, mas o grosso tirei agora mesmo), e tenho alguns compromissos profissionais no segundo semestre, que impossibilitam tirá-las todas à essa época, forcei-me a pausar e, acreditem, NÃO PODERIA TER FEITO COISA MELHOR.

É verdade, os fantasmas surgiram (e alguns ainda estão aqui, dependurados no meu ombro), mas ficaram bem menores, ao serem confrontados com muita leitura edificante, muita reflexão e muita conversa amiga. Por outro lado, ganhei forças que, eu não sabia, estavam dentro de mim, aguardando o meu "super-forças, ativar!", que, no caso, tem muito a ver com noites de sono bem-dormidas e comida da mamãe.

Estou bem melhor do que quando cheguei e um dos sintomas disso é o número de planos cheios de luz que estou fazendo. Pelo menos por enquanto, não contarei por aqui (vocês sabem, a linha editorial do blog não permite que eu compartilhe tudo, sobretudo em termos de projetos pessoais), mas é revigorante saber que já consigo vislumbrar experiências novas (que não se limitam ao trabalho) como possíveis e desejáveis.

Aliás, comentava ontem mesmo com o pai que eu tenho que me controlar, pois estoutão descansada que corro o risco até de exagerar...

 
 

Filtro-base ou base-filtro?

Por sugestão da Beatriz, comprei um filtro solar que também é base. Ele se chama PHOTODERM - CREME TINTO LIGHT e teve um efeito fantástico na minha pele. Não ficou grudento e o resultado é de uma base suave.

Aprovadíssimo. Vai substituir meu antigo filtro solar.

 
 

Família espiritual

Comentei com a Beatriz o quanto é incrível que, mesmo depois de 21 anos (!), com vidas quase sempre acontecendo a distância, sentar com ela para ver novela parece que é coisa que sempre fiz; me sinto em casa, plenamente à vontade para fazer meus comentários e (mais importante ainda) abrir meu coração.

George me disse que faço parte da família. Respondi, convicta, com um "faço mesmo". Somos da mesma família espíritual, não tenho dúvidas a esse respeito.

 
 

Twitter

Aos poucos, estou me rendendo.

Nada que umas boas férias não façam!

 
 

Verdadeiro amor

Estou há uns 10 dias na casa dos meus pais e tenho que admitir: o amor realmente é a força curadora mais maravilhosa de que já tive notícia. Mesmo no silêncio, eles conseguem me fortalecer, me dar o apoio de que preciso para sair da do casulo.

 
 

Borboleta

O primeiro livro do qual quero falar é o FELICIDADE JÁ, cujo autor é Robert Holden. Terminei de ler hoje e gostei bastante. Ele defende a gratuidade da felicidade e me trouxe muito conforto. Vejam só os trechos:

"Ficamos presos ao nosso passado de dor e não temos certeza de um futuro brilhante, mas não há futuro brilhante enquanto não nos desvencilhamos do passado. Ficamos relutantes em desistir de nosso sofrimento antes de ser felizes novamente, mas a felicidade não pode existir enquanto não deixamos de lado o sofrimento." (p.227)

"Quando estamos infelizes, sentimo-nos presos em armadilhas mentais e emocionais. As grades da dor, do medo, da culpa e do sofrimento parecem tão reais que não ousamos acreditar que podemos simplesmente sair caminhando, livres." (p. 230)

Comecei um outro, que trata da vida de Gandhi (MAHATMA GANDHI, de Huberto Rohden, e é incrível como o texto dialoga com o outro, em função das minhas lutas atuais:

"O texto grego do Evangelho do primeiro século nunca fala em perdoar, usa invariavelmente a palavra aphíemi, que podemos traduzir corretamentte por desligar ou soltar."

É isso que estou fazendo: me desligando, me soltando, borboleta livre e leve pelo ar.

 
 

Panos de boca, você ainda ouvirá falar deles

Descobri que há um artigo que os bebês usam demais: panos de boca (para limpar golfadinhas e babadinhas em geral). A lista de uma das lojas onde a Beatriz esteve pedia 20 desses tais panos. Eu fiquei indignada: "putz, 20?? Imagine, pra quê? Não dá pra usar umas fraldinhas de pano limpinhas no lugar desses tais panos não?"

Conversando com a dona da loja onde a Beatriz deixou 3 gordos cheques, descobri que estava sendo ridícula, criticando o uso de panos tão essenciais, de panos tão fundamentais, de panos indiscutivelmente úteis e legais e o-bebê-usa-demais-e-você-tem-que-ter-até-mais-de-vinte.

Fiquei quieta. Nada posso contra a voz da experiência.

* Mas, olhem só, não é um contrassenso do cão, a mesma loja que sugere 20 panos de boca sugerir, por outro lado, 4 módicos pacotinhos de fralda descartável? Mamães e papais, pronunciem-se.

 
 

Enxoval do bebê

Hoje fomos comprar parte do enxoval do meu afilhado. Nunca pensei que um filho custasse tão caro! Em compensação, nunca pensei que me interessasse tanto pelo assunto. Me entusiasmo autenticamente com estampas e regurgitadores e bordados e coisas do tipo, é incrível.

Talvez tanto entusiasmo tenha a ver com o padrão de qualidade dos produtos da loja onde compramos (quer dizer, a Bia comprou, eu só acompanhei e dei duzentos mil pitacos por segundo). Cada coisa do arco-da-velha, bem-feita, bonita...

No final, a dona da loja me prometeu que vai rezar muito para eu também arrumar um filho e cumprir minha promessa de comprar tudo dela. Expliquei que primeiro preciso arrumar um - bom - companheiro, mas ela disse que isso é fácil.

Será?

 
 

Boas vibrações

Tenho que dizer: a Beatriz está maravilhosa grávida. Sabe quando você olha para uma pessoa e parece que ela nasceu exatamente para estar assim, plena de vida e luz?

Fico tão feliz por ela. Aliás, fico feliz por eles, que são um casal muito harmonioso. Ah, e bastante divertido também. Me sinto uma "vampirinha" estando ao lado deles, desfrutando de energias tão boas.

 
 

Vício

Estava no banheiro e escutei esta:

- George, sabe onde eu acabei de entrar? - grita a Beatriz, sentada ao computador.

- Não, onde?

- No blog da Issana, pra ver se tinha alguma novidade.

Isso é que é vício.

 
 

Terapia da amizade

Escrevo do apartamento lindo e espaçoso e acolhedor da Beatriz e do George. Ele está fora, ela está tomando banho e eu estou cheia de paz.

Ontem ficamos horas conversando, de televisão desligada... Parece mágico que haja pessoas assim, tão disponíveis e boas, tão abertas e verdadeiras, tão... amigas.

A melhor terapia é a da amizade desinteressada . É sim.

 
 

Cura interior

Ainda há feridas abertas, é verdade, mas também é inegável que muitos enfermeiros (falo dos encarnados, mas certamente há um número maior ainda de desencarnados) têm trabalhado no meu duro processo de cicatrização emocional: pais carinhosos, amigos incomparáveis, lições espíritas... A lista é grande e a gratidão é imensa. A cada dia me convenço mais de que sou devedora da Vida. Espero logo estar mais fortalecida, para poder retribuir, ser útil e compartilhar minhas experiências.

Porque, meus leitores tão poucos, se há um sentido na dor, só pode ser este: aprender, com o objetivo de dividir, compartilhar e colaborar.

 
 

Projetos

Passo horas e horas olhando sites de imóveis à venda.

Sonhar é tão barato...

 
 

Visual novo

Tenho que reconhecer que não fico nada mal loirinha.

Quem sabe não coloco uma foto, num dia desses?

Quem sabe?

 
 

Errar é humano, mas...

A mediunidade do Chico Xavier foi mesmo um dos grandes acontecimentos do século passado.

Vejam só esta:

A MUITOS PRESOS DO ENGANO,
DEUS ENVIA A DOR E AS PROVAS;
MAS, DEPOIS DA LIBERDADE,
VÃO PRENDER-SE EM REDES NOVAS. (Casemiro Cunha)

Resta-nos somente orar para que Deus nos afaste as redes novas.

Ou nos dê juízo. Amém.

 
 

Marilyn e JFK

Estou lendo, mas já estou arrependida de ter comprado: quanta coisa podre, meu Deus.

Quero distância.

 
 

Novos domínios

Agora, vocês podem acessar o blog também por www.issana.com.

Mais uma das contribuições do Ivens para a alegria geral da Nação (ou, pelo menos, da irmãzinha).